Cordel Encantado: Açucena morre? Após ser envenenada, antídoto não funciona!

1

Lidar com Úrsula nunca foi fácil, a duquesa sabe como ninguém enganar e manipular as pessoas para conseguir o que quer. A megera vai enganar Timóteo e em vez de dar uma “poção do amor” para Açucena, dará um veneno que deixa a princesa dormindo num sono profundo, como morta!

Timóteo acha que Açucena está morta e se desespera

Timóteo entra ansioso no quarto para ter a primeira noite de amor com Açucena e declara: “A vida inteira esperei por essa noite. Tu agora vai ser minha mulher! Minha! Se entregar a mim como sempre sonhei”.

Mas o coronel nunca iria pensar que algo ruim poderia acontecer. Ao beijá-la no rosto, ele percebe que sua amada está gelada, como se estivesse morta. Ele grita desesperado: “Acorde, meu amor! Você não pode estar morta! Não pode! Deus! Traga ela de volta! Traga Açucena de volta à vida! Meu amor!”.

Úrsula faz acordo em troca do antídoto

Assim que Timóteo se depara com Açucena desacordada em sua cama, ele se desespera e começa a gritar. Úrsula entra no quarto e se faz de desentendida: “O que está acontecendo? Meu Deus! O que houve com a princesa? Quando estive aqui, ela estava ótima”.

Com muita raiva, o coronel exige que a duquesa confesse ser a responsável pelo estado de sua amada. Ela afirma, debochada: “Fui eu! Fui eu, sim, Timóteo! Fui eu que envenenei a sua querida princesinha!”. Úrsula diz, ainda, que só ela tem o antídoto para acordar a princesa, mas que, em troca, vai querer o tesouro de Seráfia. O coronel não aceita a proposta.

Timóteo manda um de seus jagunços amarrar Úrsula e Nicolau na casa dos colonos, sem comida e nem água.

Depois de inúmeras tentativas de acordar Açucena, Timóteo resolve aceitar a proposta de Úrsula. E ela faz uma exigência: “Quero o tesouro em uma carroça, para que eu e Nicolau possamos sumir daqui ao amanhecer. Só então, eu lhe darei o antídoto para acordar Açucena”.

Pronta para partir com Nicolau, Úrsula entrega o frasquinho para o coronel e diz que ele precisa esfregar o líquido nos pulsos de Açucena para ela acordar. Porém, ela entrega o frasco errado!

Timóteo percebe que foi enganado

Com o antídoto em mãos, Timóteo esfrega o líquido nos pulsos de Açucena, como Úrsula mandou. Mas nada acontece e o coronel fica furioso: “Ela não acorda! A maldita me enganou! Úrsula! Duquesa! Detenham essa desgraçada!”.

Timóteo sai do quarto gritando, desesperado, sem ver Jesuíno, que entra no recinto. Ao tocar no rosto de Açucena, percebe que ela está gelada e entra em pânico: “Açucena?! Tu tá morta? O que fizeram com você?! Quem fez isso…? Açucena!”.

Noca fica surpresa ao vê-lo no quarto. Ela explica que a jovem não está morta, apenas desacordada e que somente um antídoto de Úrsula poderia acordá-la. Porém, o coronel foi enganado, pois o remédio que ela lhe entregou não fez efeito. Com ajuda da empregada, Jesuíno leva Açucena dali.

Herculano, Augusto e Petrus capturam Úrsula

Herculano, Bel, Augusto e Petrus vão atrás da duquesa depois de saber o que ela fez com a princesa e acabam capturando a duquesa e Nicolau.

Eles são levados à força para Vila da Cruz, onde todos estão reunidos na igrejinha, em volta do corpo de Açucena.

Ao ver a duquesa, Jesuíno se exalta: “Desgraçada! Tu tem que salvar Açucena!”.

Herculano ordena que Úrsula entregue a poção para despertar Açucena, mas ela se recusa: “Eu não vou dar antídoto algum para Aurora. Ela há de dormir para sempre!”.

Jesuíno faz menção de partir para cima dela, mas o capitão o impede. Augusto pergunta o que Úrsula quer em troca do antídoto. A duquesa exige: “Eu quero liberdade! A minha e de Nicolau!”.

Antídoto não funciona

Rei Augusto aceita a proposta de Úrsula, que exige liberdade em troca do antídoto para acordar Açucena.

Misteriosa, a duquesa despeja um pó em uma taça com água, que começa a liberar uma fumaça. Úrsula aproxima a taça do rosto de Açucena, para que a princesa inale a fumaça.

Todos ficam na expectativa e nada acontece. Jesuíno segura Úrsula pelo braço, perguntando por que sua amada não acordou. A duquesa responde: “Eu não sei… Era pra ela acordar… Não entendo o que aconteceu…”. E dessa vez a duquesa esta falando a verdade.

Dr. Sérgio sente o pulso de Açucena e avisa que os batimentos cardíacos da jovem pararam. Todos se desesperam.

Jesuíno beija Açucena (Divulgação / Globo)

Um beijo de amor verdadeiro

Depois de tentaram de tudo para acordar Açucena, todos se convencem de que ela está mesmo morta. Na igrejinha de Vila da cruz, o velório da moça é realizado, com todos muito emocionados.

Antes de levarem o corpo para o enterro, Jesuíno pede para ficar um minuto a sós para se despedir de sua amada. Ele se aproxima do caixão, faz sua última declaração e a beija. Em seguida, debruça-se sobre o corpo de Açucena, aos prantos.

Nesse momento, lentamente, Açucena abre o olho. Ela vê Jesuíno e reage surpresa, sem entender nada.

O rapaz comemora: “Açucena? Não tô acreditando! Você tá viva, meu amor?! Você tá viva!”.

Os dois se abraçam, e ela diz que pensava que o amado estivesse morto, após o enforcamento. Eles se beijam apaixonados, entre lágrimas, ainda muito emocionados.

As cenas estão previstas para ir ao ar nos capítulos do dia 23 e 24 de abril, na reta final de Cordel Encantado! Quer saber o que mais vem por aí? Acesse o resumo da novela Cordel Encantado!

Compartilhe: